Plano Nacional pela Primeira Infância

O Plano Nacional pela Primeira Infância (PNPI) é um documento político e técnico que orienta decisões, investimentos e ações de proteção e de promoção dos direitos das crianças na primeira infância. O foco nos primeiros seis anos é coerente com o relevante significado desse período no conjunto da vida humana e é a forma de assegurar os direitos da criança com a necessária especificidade e com a prioridade que lhe atribui a Constituição Federal (art. 227).

Caderno Legislativo: Publicidade Infantil

Clique aqui para baixar o ‘Caderno Legislativo: Publicidade Infantil‘, produzido pela equipe do Criança e Consumo, do Instituto Alana. A publicação traz uma análise detalhada dos projetos de lei que abordam o tema em tramitação no Congresso Nacional. Além disso, apresenta de maneira didática o funcionamento do processo legislativo, o debate existente sobre a regulação da publicidade e comunicação mercadológica dirigidas ao público infantil e desvenda os mitos da regulação da publicidade infantil.

Utilização da Caderneta de Saúde da criança na vigilância do crescimento e do desenvolvimento de crianças brasileiras na primeira infância & Compreensão do discurso profissional sobre a prática da vigilância do crescimento e desenvolvimento da criança na estratégia de saúde da família

A pesquisa “Utilização da Caderneta de Saúde da criança na vigilância do crescimento e do desenvolvimento de crianças brasileiras na primeira infância & Compreensão do discurso profissional sobre a prática da vigilância do crescimento e desenvolvimento da criança na estratégia de saúde da família” é realizada pelo Instituto Fernandes Figueiras, da Fiocruz. 

Receite uma brincadeira

O GT Brincar, da Rede Nacional Primeira Infância, acaba de lançar a campanha Receite uma Brincadeira. No livreto abaixo você encontra dicas de brincadeiras para fazer com as crianças.

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Você também pode baixar o material completo clicando aqui.

 

 

Utilização de métodos e instrumentos padronizados de avaliação na primeira infância: convergências e divergências

“Esta publicação visa enriquecer o debate sobre processos de avaliação envolvendo crianças com até seis anos de idade. Decorre da determinação do recém aprovado Marco Legal da Primeira Infância (Lei Nº 13.257, de 8 de março de 2016), segundo o qual, “As políticas públicas terão, necessariamente, componentes de monitoramento e coleta sistemática de dados, avaliação periódica dos elementos que constituem a oferta dos serviços à criança e divulgação dos seus resultados”. O Marco também estabelece que “A União manterá instrumento individual de registro unificado de dados do crescimento e desenvolvimento da criança”. Os quatro textos reunidos nessa publicação foram escritos por alguns dos principais especialistas em primeira infância do país: Catarina de Souza Moro, João Batista Araujo e Oliveira, Vital Didonet e Maria Malta Campos. Juntos, permitem que o leitor construa uma abrangente e sofisticada visão sobre o assunto. A proposta é que aqueles que têm que implementar processos de avaliação dessas políticas públicas possam encontrar aqui as principais ideias por trás das diferentes abordagens. Esse trabalho é resultado de um conjunto de iniciativas e articulações, envolvendo dezenas de pessoas e instituições. Sua história começa com o Curso de Liderança Executiva em Desenvolvimento da Primeira Infância que é voltado a profissionais cuja atividade de alguma forma envolve políticas públicas de primeira infância. Iniciativa do Núcleo Ciência pela Infância (NCPI), braço de ensino e pesquisa da Fundação Maria Cecilia de Souto Vidigal, o curso é realizado em parceria com a Universidade de Harvard, o Insper, a Faculdade de Medicina da USP e o Hospital Infantil Sabará.”

 

Contribuição da Psicologia para o fim da publicidade dirigida à criança

Clique aqui para fazer download. Parecer do Conselho Federal de Psicologia sobre a publicidade dirigida à criança e adolescente. “Neste parecer apresentamos como contribuição para a qualificação dos debates e como sinalizador do cuidado necessário que se deve ter quando interesses de consumo interferem no desenvolvimento da cidadania do nosso povo. Consideramos oportuno, portanto, que a sociedade brasileira aproprie-se deste posicionamento, ampliando o conjunto de estratégias a serviço do fim da publicidade dirigida a crianças e adolescentes.”