Caminhos Lúdicos do Grande Mucuripe

Entre os meses de julho de 2019 e setembro de 2021, o Instituto da Infância realizou a Ação Olhares Eco Protetores, que integra o Projeto Primeira Infância é Prioridade, uma realização em parceria com a Rede Nacional Primeira Infância (RNPI), ANDI – Comunicação e Direitos, e patrocinada pela Petrobras. A Ação Olhares Eco Protetores teve como objetivo geral fomentar abordagens para os temas “proteção contra violências domésticas” e “direito da criança à cidade e ao meio ambiente” nos bairros Cais do Porto, Mucuripe, Praia do Futuro II e Vicente Pinzón, localizados em Fortaleza (CE). Esta publicação vem partilhar relato texto-visual sobre as oficinas educativas “Caminhos Lúdicos do Grande Mucuripe”, realizadas em 2021 com crianças da região na temática do seu direito a viver em cidades de qualidade, cidades que possibilitem experiências em um meio ambiente equilibrado. As oficinas foram inspiradas na metodologia Caminhos Lúdicos, validada em 2019 com crianças do bairro Vila Velha II, em Fortaleza, pelo Projeto Atitude Legal (Instituto da Infância e Kindernothilfe e.V – KNH). Devido à pandemia por Covid-19, a equipe da Ação Olhares Eco Protetores optou por realizar oficinas híbridas (online e presenciais), garantindo a adoção de normas sanitárias, como o uso obrigatório de máscara e álcool em gel à disposição de todos. Nos encontros virtuais, as crianças responderam a pesquisa quali-quantitativa sobre pontos positivos e negativos que elas identificavam no percurso de casa ao posto de saúde mais próximo. Na etapa presencial, os meninos e meninas aprenderam sobre seus direitos e deveres e produziram desenhos a partir do slogan “Esse é o Grande Mucuripe dos meus sonhos”. Por fim, as crianças transferiram seus traços para camisetas personalizadas da Ação, materializando, assim, seus sonhos e expectativas para os espaços públicos dos bairros onde moram.
Confira aqui a publicação completa

Infâncias, Cidade e Meio Ambiente

O artigo “Infâncias, Cidade e Meio ambiente: Refletindo sobre algumas possibilidades” é um dos resultados da etapa final de execução do Projeto Primeira Infância é Prioridade – Ação Olhares Eco Protetores. O texto convida ao olhar para a realidade das crianças que vivem nas cidades brasileiras, fazendo uma reflexão sobre os caminhos possíveis para garantir a todas as infâncias uma interação saudável com os espaços urbanos e com a natureza. No sentido de ampliar o debate junto às administrações públicas municipais/estaduais e sociedade civil, o artigo apresenta uma proposta de Teoria da Mudança com a finalidade de transformar a tríade “infâncias, cidade e meio ambiente”.
O Projeto Primeira Infância é Prioridade foi uma realização do Instituto da Infância (Ifan) em parceria com a Rede Nacional Primeira Infância (RNPI), ANDI – Comunicação e Direitos, e contou com patrocínio da Petrobras.
Acesse aqui o texto do artigo

Plano Nacional pela Primeira Infância

O Plano Nacional pela Primeira Infa?ncia (PNPI) e? um documento poli?tico e te?cnico que orienta deciso?es, investimentos e ac?o?es de protec?a?o e de promoc?a?o dos direitos das crianc?as na primeira infa?ncia. O foco nos primeiros seis anos e? coerente com o relevante significado desse peri?odo no conjunto da vida humana e e? a forma de assegurar os direitos da crianc?a com a necessa?ria especificidade e com a prioridade que lhe atribui a Constituic?a?o Federal (art. 227).

Proteção contra a violência doméstica

Este documento tem como objetivo refletir sobre os resultados das Oficinas de Parentalidade do Projeto Primeira Infância é Prioridade – Ação Olhares Eco Protetores e da Pesquisa – Conhecimentos e Relatos de Prática de Violência doméstica contra crianças de 0 a 11 anos – primeiro ciclo do Projeto.
As atividades foram desenvolvidas em quatro bairros da Cidade de Fortaleza (Regional II): Cais do Porto, Mucuripe, Praia do Futuro II e Vicente Pinzon, comunidades da área de abrangência da Petrobras – LUBNOR. Além da temática da parentalidade, a ação Olhares Eco Protetores incorpora a temática criança – cidade e natureza, fechando assim os três ciclos de Oficinas:  Parentalidade – violência doméstica, oficinas de vídeo e oficinas de fotografia. Estas duas últimas serão realizadas com grupos de adultos e crianças dentro da ocorrência da temática criança – cidade e natureza.

Utilização de métodos e instrumentos padronizados de avaliação na primeira infância: convergências e divergências

“Esta publicação visa enriquecer o debate sobre processos de avaliação envolvendo crianças com até seis anos de idade. Decorre da determinação do recém aprovado Marco Legal da Primeira Infância (Lei Nº 13.257, de 8 de março de 2016), segundo o qual, “As políticas públicas terão, necessariamente, componentes de monitoramento e coleta sistemática de dados, avaliação periódica dos elementos que constituem a oferta dos serviços à criança e divulgação dos seus resultados”. O Marco também estabelece que “A União manterá instrumento individual de registro unificado de dados do crescimento e desenvolvimento da criança”. Os quatro textos reunidos nessa publicação foram escritos por alguns dos principais especialistas em primeira infância do país: Catarina de Souza Moro, João Batista Araujo e Oliveira, Vital Didonet e Maria Malta Campos. Juntos, permitem que o leitor construa uma abrangente e sofisticada visão sobre o assunto. A proposta é que aqueles que têm que implementar processos de avaliação dessas políticas públicas possam encontrar aqui as principais ideias por trás das diferentes abordagens. Esse trabalho é resultado de um conjunto de iniciativas e articulações, envolvendo dezenas de pessoas e instituições. Sua história começa com o Curso de Liderança Executiva em Desenvolvimento da Primeira Infância que é voltado a profissionais cuja atividade de alguma forma envolve políticas públicas de primeira infância. Iniciativa do Núcleo Ciência pela Infância (NCPI), braço de ensino e pesquisa da Fundação Maria Cecilia de Souto Vidigal, o curso é realizado em parceria com a Universidade de Harvard, o Insper, a Faculdade de Medicina da USP e o Hospital Infantil Sabará.”

 

Contribuição da Psicologia para o fim da publicidade dirigida à criança

Clique aqui para fazer download. Parecer do Conselho Federal de Psicologia sobre a publicidade dirigida à criança e adolescente. “Neste parecer apresentamos como contribuição para a qualificação dos debates e como sinalizador do cuidado necessário que se deve ter quando interesses de consumo interferem no desenvolvimento da cidadania do nosso povo. Consideramos oportuno, portanto, que a sociedade brasileira aproprie-se deste posicionamento, ampliando o conjunto de estratégias a serviço do fim da publicidade dirigida a crianças e adolescentes.”

Unidade de Saúde Parceira do Pai

Clique aqui para fazer download. “Este guia contém informações e recomendações para ajudar na implantação de Unidades de Saúde Parceiras dos Pais. Caberá a cada serviço discuti-las e encontrar seu próprio caminho para construir uma prática assistencial que permita que homens e mulheres compartilhem, com segurança e responsabilidade, o cuidado com os filhos. Assim estaremos – todos – contribuindo para a promoção de uma sociedade mais saudável, solidária, democrática e comprometida com o cuidado com a vida. Esta publicação é fruto dessa experiência de oito anos e do esforço coletivo dos profissionais de saúde e parceiros, que vêm criando novas possibilidades de inserção dos homens e pais nos serviços de saúde, em sintonia com as mudanças pelas quais as famílias estão passando.”

Circulador: Aprendendo a ser pai

Clique aqui para fazer download. A presente publicação apresenta experiências de valorização da paternidade de algumas das instituições que aderiram a esta causa. Com coragem, sensibilidade e criatividade, apostaram na possibilidade de mudança e construíram estratégias para valorizar os homens e envolver os pais, a partir das oportunidades do dia-a-dia, mostrando que, através dos nossos serviços, podemos construir uma sociedade mais saudável, justa, solidária e comprometida com a valorização da vida.

Pelo fim dos castigos físicos e humilhantes

Clique aqui para fazer o download. “O ponto de partida deste material é o entendimento de que as crianças têm o direito a um ambiente seguro e protetor, ou seja, crescer em famílias onde estejam livres da violência e tenham os cuidados que precisam para se desenvolver. Estes direitos estão contemplados no Estatuto da Criança e do Adolescente e na Convenção dos Direitos da Criança.Este manual é uma ferramenta que pode ser utilizada por profissionais de diversas áreas que pretendem envolver as famílias em um processo reflexivo e de sensibilização sobre os castigos físicos e humilhantes contra crianças.”