Documento da RNPI e ABMP marca abertura de Congresso em Brasília

A Rede Nacional Primeira Infância – RNPI e a Associação Brasileira de Magistrados, Promotores de Justiça e Defensores Públicos da Infância e da Juventude – ABMP entregaram uma carta aberta aos 1600 participantes do XXIII Congresso da ABMP que está ocorrendo no Centro de Convenções Ulysses Guimarães em Brasília, entre os dias 5 e 7 de maio de 2010.

A marca do 23º Congresso da ABMP será a abordagem dos temas em perspectiva internacional. No ano em que o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) completa seu 20º aniversário, a proposta da ABMP é estabelecer paralelos entre procedimentos adotados pelo Brasil e experiências de outros países. O debate sobre a representação legal de crianças e adolescentes e sua defesa judicial quando são vítimas em processos criminais, por exemplo, contará com a participação da defensora francesa Dominique Attias, membro do Conselho da Ordem dos Advogados de Paris. (retirado do site da ABMP)

O objetivo do documento é sensibilizar os participantes do evento para a importância de se priorizar a primeira infância e aprofundar as conquistas obtidas nos últimos anos. O documento está dividido em oito pontos principais dos quais podemos destacar: ampliar o conceito de direito à participação, defesa da educação infantil de qualidade, buscar cooperação entre o Ministério Público e os órgãos governamentais, reforçar e ampliar a política de apoio às famílias , dentre outros.

Acesse o documento logo abaixo e comente. Sua opinião é muito importante e pode nos ajudar a construir documentos cada vez mais consistentes.

Carta Aberta Da ABMP e Da RNPI – Maio 2010

4 comentários para “Documento da RNPI e ABMP marca abertura de Congresso em Brasília

  1. SOU A FAVOR DE UMA INFÂNCIA QUE A CRIANÇA POSSA VIVER DA MELHOR FORMA POSSÍVEL A SUA INFÂNCIA.ANTECIPAR CADA VEZ MAIS O ENSINO E PODAR A CRIANÇA O DIREITO DE VIVER A SUA FACE MAIS BELA.

  2. Não as crianças de 5 anos no Ensino Fundamental já. Ao meu ver essa decisão seria uma agressão aos direitos e deveres das crianças que precisam brincar até se desenvolverem por completo, pois nem todo seu corpo está totalmente formado e amadurecido para receber esse tipo de conteúdo; elas não precisam ler e escrever aos 5 anos, elas precisam receber amor, carinho, cuidado e atenção. Precisam conhecer gente diferente, fazer farra no parquinho, na terra, na água, ouvir estórias, fazer desenhos,… menos ser alfabetizadas.
    A partir dos 7 anos de vida, com a primeira infância concluida e bem brincada, contada e reinventada por cada um, começar a ter contato com o universo da alfabetização.
    Muitos pais acreditam que quanto antes seus filhos tiverem contato com outras crianças e com as letras e numerais, melhores serão no futuro, mas aí é que está o engano, pois a criança que aprende mais madura, ou seja aos 7 anos, aprende mais depressa ,consciente do que está apreendendo.
    Ela é capaz de querer aprender e não fazer uma simples reprodução ou cópia daquilo que a professora ensina, é um aprendizado de verdade. A criança provavelmente tem um objetivo, que seja ler um conto, ler uma placa, asinar seu nome, e assim por diante. Agora uma criança de 5 anos, sinto muito mas me faz lembrar a velha frase:”macaco vê, macaco faz”. Nisso não há o menor sinal de inteligência.
    Tenho esperança que um dia todos irão pensar assim.
    Quer ficar com a tarde livre, põe o menino na escola mas deixa ele brincando,dormindo,… e escolhe um método que vai repeitar a idade e priorizar o bem estar do seu filho, senão vc bate o pé e coloca ela no primeiro ano com 7 anos. Fim de papo. Eu confesso que fiz isso.
    Por isso senti vontade de me manifestar e apoiar o movimento.
    Gente, não sei se postei meu desabafo no local correto do site, mas agradeço o espaço.
    Emiliane, mãe do João Pedro (6 anos) e do Antônio (3 anos).

  3. Bom Dia!
    Sou contra a matricula de crianças com 5 anos no Ensino Fundamental. Penso que isso é um desrespeito com a Infância com seu direito de brincar e de Ser Criança acima de tudo.

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