Rede Nacional Primeira Infância comemora a adesão de sete novas organizações

A Rede Nacional Primeira Infância comemora a adesão de sete novos integrantes e dá as boas-vindas às organizações!

O mais novo integrante da RNPI é o Instituto Papai, que atua desde 1997 para “promover cidadania com justiça social, contribuindo para a garantia dos direitos humanos, em prol da eliminação de desigualdades e da afirmação e valorização da diversidade a partir da perspectiva feminista de gênero, atuando prioritariamente com homens e sobre masculinidades, contra todas as expressões do machismo”. O Instituto chega somando sua experiência na promoção da paternidade e cuidado masculino, e já integra o novo Grupo de Trabalho da RNPI Homens pela Primeira Infância.

O Instituto Noa tem a missão de disseminar informações junto a pais e adolescentes, por meio da articulação dos veículos de comunicação em âmbito nacional, para promover uma transformação positiva na sociedade. E atualmente desenvolve o projeto “Muito mais”, que visa integrar estudantes de jornalismo, jornalistas profissionais e veículos de comunicação para que, juntos, promovam o desenvolvimento social de crianças e adolescentes para a construção de uma sociedade melhor.

“A formação de jornalistas sensíveis à criança, conhecedores do seu processo de desenvolvimento e competentes para fazer boas reportagens sobre os temas relevantes que pululam nos diferentes âmbitos dos direitos da criança é digna de se saudar.A capacitação de estudantes de jornalismo é fundamental”, disse Vital Didonet, educador, filósofo e assessor legislativo.

Beatriz Goulart, da organização Cenários Pedagógicos, traz à RNPI sua experiência em projetos de arquitetura e urbanismo na perspectiva do espaço educador sustentável. É autora do projeto nacional do novo conselho tutelar e de diversos projetos de espaços para cultura e educação infantil, de casas-lares, entre outros, além de ter participado da criação e implantação dos CEUS em São Paulo (durante a gestão Martha Suplicy) e do bairro-escola de Nova Iguaçu, todos desenvolvidos através de metodologias participativas, a partir da escuta das crianças.

No último mês, duas universidades também aderiram à RNPI. O Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Cultura e Educação na Infância da Pontifícia Universidade Católica de Goiás (GPCEI Puc Goiás) assinou a entrada formal à Rede durante um Seminário na Semana Nacional em Defesa da Educação Pública de Qualidade. O coordenador Romilson Siqueira fez uma bela carta de adesão, em que expressa as afinidades do grupo à RNPI. “Participamos da Rede Nacional Primeira Infância porque somos contrários à lógica escolarizante. O desafio de romper com essa lógica na educação infantil é um princípio que implica retomar os eixos da brincadeira e da interação como fundamentos para se pensar a questão das vivências, experiências, aprendizagens e desenvolvimentos na educação infantil”, afirma na carta.

O Grupo de Pesquisa Infância, Educação, Sociedade e Cultura (IESC) da Universidade Federal do Espírito Santo é o primeiro integrante da rede no estado capixaba. Maria Célia Malta Campos, presidente da Associação Brasileira de Brinquedotecas, deu as boas vindas. “Ensejamos muitas trocas com vocês, e apoio mútuo na área do brincar e cultura”, afirmou em mensagem eletrônica.

A entrada da Secretaria Municipal de Educação de Nova Iguaçu, Rio de Janeiro, foi comemorada. O Núcleo de Creches e Pré Escolas Comunitárias da Baixada Fluminense (Nucrep) e a Solidariedade França Brasil (FSB) deram as boas-vindas “A Secretaria de Educação de Nova Iguaçu tem participado de forma muito atuante em todo o processo do PMPI-Nova Iguaçu, desde a elaboração, passando pelo acompanhamento, monitoramento e avaliação, bem como em todas as etapas de implementação”, afirmou Edson Cordeiro, da organização Solidariedade França-Brasil (SFB).

Em Mato Grosso, a RNPI ganha mais um integrante: a Clínica PRO VIDA, que oferece atendimento psicológico dando suporte emocional aos pacientes e seus familiares. A clínica presta também Clínica Social, com atendimentos à população que não consegue arcar com as despesas de atendimentos particulares.

 

Rosa Maria Mattos 

Comunicação / RNPI

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