RNPI lança publicação e vídeos sobre Paternidade e Primeira Infância

capa relatório paternidade

Estão disponíveis os registros do Seminário Nacional Paternidade e Primeira Infância: uma publicação em formato .pdf do “Relatório Técnico do Seminário Nacional Paternidade e Primeira Infância” (Clique aqui para fazer download) e uma série com cinco vídeos sobre o evento (Clique aqui para ver os vídeos). O kit de vídeos contém um videoclipe principal, com 15 minutos de duração e que sintetiza os debates do primeiro dia de seminário, e quatro entrevistas com cada um dos facilitadores dos grupos de trabalho, que falam sobre os seguintes temas: “Paternidade, Educar, cuidar e brincar com as crianças”, “Paternidade e prevenção à violências contra as crianças”, “Paternidade: desafios para os meios de comunicação” e “Unidade de Saúde Parceira do Pai”. 

A publicação – que conta com o apoio da ong Aldeias Infantis SOS Brasil – relata as principais discussões do seminário, que aconteceu em agosto, Mês de Valorização da Paternidade, no Rio de Janeiro, e reuniu gestores públicos, sociedade civil e universidade em dois dias de debates e apresentações. O relatório apresenta uma síntese dos debates, faz uma sistematização das discussões nos Grupos de Trabalho e traz também uma carta de recomendações para políticas públicas de promoção da paternidade. Além disso, contempla um texto que justifica a importância da ampliação da licença-paternidade como um direito das crianças e como um avanço social fundamental para promover a equidade de gênero. As ilustrações foram feitas pelo cartunista Claudius Ceccon, coordenador da Secretaria Executiva da RNPI e diretor executivo do CECIP, vencedor do prêmio Jabuti 2015 na categoria Ilustração.
vídeo paternidade

Os vídeos trazem trechos das apresentações, participações do público e entrevistas com os participantes do Seminário. O vídeo com os melhores momentos do primeiro dia do seminário traz a participação de Luciana Phebo, do Unicef, Heloíza Egas, da Secretaria de Direitos Humanos, Paulo Bonilha, da Coordenação de Saúde da Criança do Ministério da Saúde, Angelita Herrmann, da Secretaria de Saúde do Homem do MS, Fabio Paes, da Aldeias Infantis SOS e Conanda, Claudius Ceccon, da Secretaria Executiva da RNPI / CECIP, Carlos Lugarinho, da Estratégia Brasileirinhas e Brasileirinhos Saudáveis, Maria Luiza Carvalho, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Marcos Nascimento, do Instituto Fernandes Figueira / Fiocruz, Marco Aurélio Martins, do Instituto Promundo, Daniel Costa Lima, psicólogo e mestre em saúde pública, Mariana Azevedo, do Instituto Papai, Suelma Kazam, da Plan Brasil, Thiago Queiroz, do blog “Paizinho Vírgula” e Christina Montenegro, do Homens Libertem-se. E conta também com a participação do coral do Colégio Pedro II Unidade Engenho Novo, que fez uma emocionante apresentação da música “Papa Outai”, do grupo francês Stromae. Os outros quatro vídeos trazem entrevistas com os coordenadores de cada um dos Grupos de Trabalho temáticos do segundo dia de Seminário. Simone Valadares, da Secretaria Executiva da RNPI e CECIP, fala sobre o GT “Paternidade, Educar, cuidar e brincar brincar com as crianças”, Aguinaldo Campos, da Aldeias Infantis SOS Brasil / RNP, sobre o GT “Paternidade e prevenção à violências contra as crianças”, Marcus Renato de Carvalho, da Universidade Federal do Rio de Janeiro e Portal Aleitamento.com / RNPI fala sobre ” “Paternidade: desafios para os meios de comunicação” e Viviane Castelo Branco, do Comitê Vida da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro / RNPI, sobre “Unidade de Saúde Parceira do Pai”.

video paternidade gt

O Seminário Nacional Paternidade e Primeira Infância foi uma realização da Secretaria Executiva da RNPI / CECIP e do GT Homens pela Primeira Infância, que é integrado pelas seguintes organizações: Aldeias Infantis SOS, Instituto Papai, Instituto Promundo, Plan Brasil, Portal Aleitamento.com, Secretaria de Saúde do Homem do Ministério da Saúde, Comitê Vida da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro, e o Seminário Nacional Paternidade e Primeira Infância contou com apoio da Plataforma de Centros Urbanos, Unicef e Sindicato dos Professores do Município do Rio de Janeiro (Sinpro-Rio).

 

Rosa Maria Mattos

Assessora de Comunicação da RNPI

 

2 comentários para “RNPI lança publicação e vídeos sobre Paternidade e Primeira Infância

  1. Porque roubaram sua inocência? Você sabe o que é Alienação Parental? (21/12/2015 287 DIAS SEM NENHUM CONTATO COM A MINHA FILHA DEVIDO UMA MEDIDA PROTETIVA) Embora o assunto Alienação Parental está sendo tratado em novelas, revistas e jornais, as pessoas alienadas ainda ficam com medo, vergonha. Se alguém nesta história tem que ficar acuado será a pessoa alienadora e os maus profissionais que a defendem, que deveriam ao invés de colocar mais fogo amenizar o sofrimento da criança que se tornou órfã de pais e avós vivos e é a maior prejudicada nesta história. O processo de ALIENAÇÃO PARENTAL quando mal conduzido pelos profissionais envolvidos em todas as áreas, assistentes técnicos, psicólogos, juízes, advogados, promotores, desembargadores, delegacias, educadores e conselho tutelar, faz com que se esgotem todos os recursos de quem está sendo alienado devido o despreparo dos profissionais, descaso, demora e impunidade, pois abala toda a estrutura, física, pessoal, psicológica, profissional e financeira. Enquanto estes profissionais com seus conhecimentos e diplomas não conseguirem entender o significado de empatia, alteridade e altruísmo, de se colocarem no lugar do outro enquanto indivíduo, de conseguirem sentir a dor ou o sofrimento do outro, nunca vão conseguir despertar a vontade de ajudar e de agir seguindo os princípios éticos e morais. Precisamos de mudança com uma reforma moral urgente com profissionais atualizados, qualificados e principalmente com vontade para a aplicação das leis e também para estas mudanças que estão ocorrendo com as novas leis. Infelizmente só quem está enfrentando a ALIENAÇÃO PARENTAL sabe o que é ficar afastado por meses e até anos, do filho, do neto, do sobrinho. Quando existe uma falsa acusação de abuso sexual estupro de vulnerável, a criança está sendo privada do direto de ser criança com preocupações pertinentes a sua faixa etária e introduzida no mundo mesquinho e egoísta dos adultos (alienadores) e passa a conhecer as palavras: processos, juiz, advogados, ações, varas de famílias, psicólogo, estudos psicossociais, delegacias, falsas denúncias, litigio, pois é isso que acontece quando se inicia uma ação judicial, mas o pior de tudo num ação como essa, é o “despertar sexual” antes do tempo. Se para uma mulher adulta ser submetida ao exame sexológico já é muito constrangedor, imagine por causa de uma mentira, uma falsa denúncia se utilizar indevidamente da importantíssima lei maria da penha criada para proteger a mulher, fazer uma criança passar por isso? Isso é que é de fato uma “violência sexual”! O que deve pensar uma inocente criança ao ficar nua em posição ginecológica para que o médico a examine se houve alguma violação anal ou vaginal? O que sentiu ao ter o corpinho nu exposto a olhares atentos? É nosso dever abrir os olhos da justiça para que quando houver uma denúncia de estupro, a pessoa tenha ciência de quais serão as penalidades para quem faz uma falsa acusação de abuso sexual querendo atingir o ex cônjuge e agravar ainda mais se houver criança com o registro de estupro de vulnerável. É inadmissível uma lei importantíssima como a maria da penha criada para proteger a mulher, permita que se faça um mau uso dela. Mas agora o tempo já não permitirá que os pais, avós, e toda a família alienada reparem os danos causados por esta mentira, falsa acusação, pois as estruturas física, pessoal, profissional, psicológica e financeira foram abaladas e que todos carregarão consigo. Com a medida protetiva distanciando ainda mais o contato da família alienada com a criança alienada que já está abalado, os laços foram cortados, sobrarão as feridas abertas que talvez algumas jamais cicatrizem, como é possível observarmos através dos depoimentos dos pais, mães, avós e principalmente das crianças alienadas que agora já se tornaram adultas e carregam esse remorso e foram as maiores vítimas, mas agora devido o despreparo, a demora e a impunidade o tempo já não as permitirão mais reparar os danos causados que carregarão consigo. Curta e compartilhe: Amor de um pai muda o mundo https://www.facebook.com/Amor-de-um-Pai-muda-o-mundo-unidos-contra-a-aliena%C3%A7%C3%A3o-parental-906554906047770/ “unidos contra a alienação parental, contra a falsa acusação de abuso sexual, contra a imputação de falsas memórias na criança”. Somos vários unidos em uma luta que parece não ter fim. Desistir jamais. Fique com Deus. Ronaldo Gomes Manzaro.’.

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