Serviços de acolhimento participam do projeto “Fazendo História na Cidade de São Paulo”

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É com enorme prazer que o programa Fazendo Minha História divulga notícias sobre o projeto “Fazendo História na cidade de São Paulo”, desenvolvido com apoio do MINC e financiamento da Alvenius, Tilibra e Exportadora de Café Guaxupé.

Os 10 serviços de acolhimento do município de São Paulo selecionadas em março para desenvolvimento do projeto são:

Abrigo Amigos da Inocência – Associação Amigos da Inocência
Casa Abrigo São Judas Tadeu – Instituto Meninos São Judas Tadeu
Casa Coração de Maria – Bompar
Casa Vida II – Bompar
Heloisa Freitas Brito – COR
Lar de Elisinha – Centro Comunitário Maranata
Maria Maymard – Bompar
Padre Damian Kirckgessener – COR
Roberto Borghi – COR
Sol e Vida – COR

Além disso, outros 2 serviços de acolhimento que já haviam anteriormente manifestado interesse em conhecer a metodologia de trabalho com histórias de vida desenvolvida pelo Fazendo Minha História foram convidados a participar dos seminários formativos:

Casa Vida I – Bompar
Casa Edith Stein – Bompar

Após a seleção, aconteceram as reuniões inicias para apresentação do projeto e diagnóstico com os serviços de acolhimento.

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Seminário “Fazendo História”

Nos dias 28 e 29 de abril, foi realizado o 1º seminário de formação sobre o projeto, que teve como objetivo apresentar os princípios que norteiam todas as linhas de atuação do Instituto Fazendo História através de uma contextualização histórica do acolhimento no Brasil, além de apresentar o FMH e seus objetivos e formar os profissionais dos serviços parceiros como mediadores de leitura. Na ocasião, também foram entregues materiais para a replicação do projeto e desenvolvimento do trabalho no dia a dia da casa.

Nesta ação formativa, os participantes tiveram oportunidade de conhecer o acervo de livros entregue pelo projeto de forma divertida e descontraída, através de brincadeiras que poderão ser replicadas com as crianças e adolescentes. Além disso, refletiram sobre a função dos livros e da literatura e foram levantados aspectos como: livros como mediadores de relacionamentos humanos e favorecedores da construção de vínculos de afeto e confiança; literatura como organizadora do mundo interno; leitura compartilhada como forma de convidar as crianças a expressarem suas vivências e sentimentos; literatura como possibilidade de sonhar e construir projetos de vida; diferença entre mediação de leitura e contação de história; montagem de espaços convidativos de leitura; diferença entre uso afetivo e pedagógico dos livros; momentos de mediação não obrigatórios e sim convidativos e sedutores. No final deste primeiro seminário, os profissionais planejaram as ações sobre livros e leitura que passarão a acontecer em cada casa.

Teve início também a formação dos voluntários que atuarão no projeto com as crianças e adolescentes. O processo é composto por 3 encontros de 3 horas cada, totalizando 9 horas. O primeiro ciclo de formação dos voluntários finalizou nesta segunda-feira e contou com a participação de 47 pessoas.

No primeiro dia, são passadas informações a respeito do contexto de atuação: o que é um serviço de acolhimento e as leis que o regem. Além disso, são apresentados os princípios do Fazendo Minha História e o contrato estabelecido com aquele que quiser se tornar colaborador. Os segundo e terceiro encontros são focados nas metodologias do projeto: a mediação de leitura e a confecção do álbum da história de vida da criança ou adolescente. Em ambos são trabalhadas questões de ordem prática e esclarecidas dificuldades que o colaborador pode encontrar no decorrer de seu trabalho.

(Informações e fotos: Instituto Fazendo História)

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