Clipping nacional RNPI | 12 - 25 de abril de 2019

Estadão – 24/04/2019

>Crianças com menos de 2 anos não devem ter contato com telas, recomenda OMS

Brincar mais, dormir melhor e passar menos tempo em contato com telas, como televisão, tablet e celulares, são as recomendações de um guia inédito lançado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta quarta-feira, 24, com orientações para crianças com menos de 5 anos. Segundo o documento, menores de 2 anos não devem ter contato com telas e aqueles com 2 anos ou mais podem assistir televisão por até uma hora por dia. A publicação recomenda ainda troca de telas por atividades como leitura e apresenta o tempo de sono recomendado por faixa etária. As novas diretrizes foram elaboradas por um grupo de especialistas da organização, que avaliaram o impacto do sedentarismo e do sono inadequado e verificaram os benefícios do sono de qualidade e da prática de atividade física. Segundo a OMS, inserir hábitos saudáveis nos primeiros anos de vida gera impacto não só no desenvolvimento motor e cognitivo da criança, mas em sua saúde ao longo da vida. Diminuir o tempo que os pequenos ficam sentados, seja vendo TV ou em carrinhos de bebê, também ajuda a evitar a obesidade infantil. Confira mais aqui

Unicef – 25/04/2019

>Semana Mundial de Imunização 2019: #VacinasFuncionam

As vacinas funcionam como um escudo, protegendo crianças e recém-nascidos de doenças perigosas e poupando até 3 milhões de vidas a cada ano. No entanto, no mundo hoje, ainda existem quase 20 milhões de crianças não vacinadas e/ou que não receberam todas as doses devidas de uma vacina. Essas crianças correm o risco de doenças graves, complicações e até morte. Muitos pais querem vacinar seus filhos, mas não conseguem porque não têm acesso aos serviços de saúde. Mas, cada vez mais, alguns pais estão optando por não fazê-lo. Essa relutância geralmente origina-se de concepções errôneas sobre vacinas ou complacência sobre a probabilidade de se infectar. Por isso, ficar informado sobre os benefícios das vacinas – e os riscos de não se vacinar – é mais importante do que nunca. Nesta Semana Mundial da Imunização, o UNICEF lançou uma campanha global para enfatizar o poder e a segurança das vacinas entre os pais e os usuários das redes sociais. Ajude a proteger as crianças de doenças mortais dizendo aos pais em todo o mundo que #VacinasFuncionam (#VaccinesWork)!

Senado Notícias – 25/04/2019

>Aprovada proposta que substitui prisão preventiva por domiciliar para mãe que amamenta

A Comissão de Direitos Humanos (CDH) aprovou de forma terminativa a proposta que prevê a substituição da prisão preventiva por prisão domiciliar para mães que amamentam. O projeto (PLS 43/2018) visa evitar que a pena da mãe recaia sobre os filhos. Atualmente, graças a uma lei de 2018, o Código de Processo Penal (CPP — Decreto-Lei 3.689, de 1941) estabelece o cumprimento da prisão em regime domiciliar no caso de mulher gestante ou que for mãe ou responsável por crianças ou pessoas com deficiência. A condição para isso é que não tenha cometido crime com violência, nem com grave ameaça, e que a vítima não seja seu filho ou dependente. “Há uma lacuna no texto da lei atual que certamente precisa ser corrigida em proveito do bem-estar da criança, e também para deixar expresso que também as lactantes se enquadram nas exceções para fruição da conversão da prisão preventiva em domiciliar”, explicou o relator do projeto na CDH, Lasier Martins (Pode-RS). Veja mais aqui

Crescer – 25/04/2019

>A importância do toque no processo de aprendizagem da criança

Toda criança explora o mundo por meio do próprio corpo e dos sentidos, especialmente nos primeiros dois anos de vida, fase que o teórico do desenvolvimento, o suíço Jean Piaget (1896-1980), chamou de sensório-motora. Basta observá-la ao brincar para termos uma ideia disso: é um tal de pegar, morder, cheirar. E quanto mais cores e barulho envolvidos na atividade, maior a atenção dedicada. Ao nascer, entretanto, os sentidos ainda não estão completamente desenvolvidos. O bebê acredita, por exemplo, que ele e a mãe são a mesma pessoa. “Digamos que ele tem uma percepção difusa do ambiente. O que para nós é colo ou leite, para ele é prazer ou conforto. Não distingue de onde vêm os estímulos, nem quem os está oferecendo”, afirma a psicanalista Vera Iaconelli, diretora do Instituto Gerar (SP). Só por volta do sexto mês, segundo a especialista, o pequeno começa a se dar conta de tudo isso – e de que ele e a mãe são corpos diferentes. O toque é parte importante no desenvolvimento da criança, ajudando a formar a noção de indivíduo e a aprender mais sobre o ambiente à sua volta. Entenda mais aqui

DN Sul – 24/04/2019

>Forquilhinha: Políticas públicas para a Primeira Infância ganham atenção especial

A cidade Forquilhinha foi palco do 6º Seminário Nacional e 1º Internacional de Políticas Públicas para a Primeira Infância. O evento teve início na última quarta-feira, 24, com a presença das autoridades, personalidades e a comunidade em geral. Durante dois dias os palestrantes e facilitadores debateram os avanços e desafios nos trabalhos desenvolvidos com as crianças e gestantes, em busca de melhorias nesta área. O prefeito Dimas Kammer recepcionou os participantes e disse que é uma honra promover este evento em Forquilhinha, um tributo a Zilda Arns. “Fico emocionado ao ver que a semente plantada por Zilda Arns, em vida, foi germinada na sua terra com pessoas de todos os cantos engajadas com as questões da primeira infância”, declarou. Durante a abertura foi feita a Outorga do Prêmio Medalha Zilda Arns, em reconhecimento aos trabalhos realizados em prol da primeira infância. Foram premiados a ANDI Comunicação e Direitos, Organização da Sociedade Civil Encontro com Deus, Projeto Anjos do Futsal, jornalista Sonia Bridi, juíza do Tribunal de Justiça do Espírito Santo – Patrícia Pereira Neves, e o pediatra e sanitarista da Prefeitura de Campinas – Paulo Vicente Bonilha Almeida, ambos do Brasil. E o Cáritas Maracaibo da Venezuela, a Fundacion Comunidad Misionera Buena Nueva da Colômbia e o Centro de Promocion Integral del Niño da República do Congo. Confira mais aqui

R7 – 24/04/2019

>Unicef: 21 milhões de crianças não são vacinadas contra sarampo por ano

Um estudo divulgado pela Unicef nesta quarta-feira (24) revela que cerca de 169 milhões de crianças deixaram de ser vacinadas contra o sarampo entre 2010 e 2017, o que representa 21,1 milhões de crianças por ano. A organização diz que isso pode abrir espaço para um surto global da doença. Estima-se que 110 mil pessoas, a maior parte crianças, morreram de sarampo em 2017, um aumento de 22% em relação ao ano anterior. Apenas nos três primeiros meses deste ano, mais de 110 mil casos da doença foram registrados no planeta, um aumento de 300%, em comparação ao mesmo período de 2018. "O terreno para os surtos globais de sarampo que estamos testemunhando hoje foi estabelecido anos atrás", disse Henrietta Fore, diretora-executiva do UNICEF. "O vírus do sarampo sempre encontrará crianças não vacinadas. Se levamos a sério a prevenção desta doença perigosa, mas evitável, precisamos vacinar todas as crianças, tanto em países ricos como em países pobres." A OMS (Organização Mundial da Saúde) recomenda que 95% da população mundial seja imunizada. No entanto, a cobertura para a primeira dose da vacina é de 85%. O problema maior é referente à segunda dose da vacinação, que cobre apenas 67% das pessoas. Leia mais aqui

Crescer – 24/04/2019

>Mortes por sufocamento: 70% dos casos envolvem objetos macios como cobertores e travesseiros

Você já parou para pensar se o seu filho realmente está seguro em casa? De acordo com a ONG Criança Segura, todos os dias, 5 crianças de 0 a 4 anos morrerm e outras 90 são internadas no Brasil em decorrêcia de acidentes domésticos. Mas essa não é uma exclusividade brasileira. Nos Estados Unidos, uma pesquisa revela que a sufocação acidental é uma das principais causas de mortes por lesões em bebês. De acordo com uma análise de dados dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças americanos, de 2011 a 2014, de 250 mortes por sufocamento, cerca de 70% envolviam cobertores, travesseiros ou qualquer outro objeto macio que bloqueavam as vias respiratórias do bebê. Outro fato importante é que metade das mortes ocorreu em uma cama de adulto. Quase 20% das crianças sufocaram quando alguém na cama, acidentalmente, se moveu contra ou em cima dela, e cerca de 12% morreram quando seus rostos foram presos contra uma parede ou colchão. Saiba mais aqui

Jornal de Brasília – 22/04/2019

>GDF pode firmar convênios para suprir demanda por creches

A Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) lançou, na última segunda-feira (22), a Frente Parlamentar da Primeira Infância. A Frente tem como objetivo reunir esforços em defesa de políticas públicas e ações voltadas a crianças de zero a seis anos. Ana Paula Hoff, primeira-dama em exercício, participou do lançamento do colegiado e afirmou que o governo está empenhado em atender a demanda por vagas em creches. “Há uma grave carência de creches e serviços voltados à primeira infância que o governo pretende suprir por meio de convênios com o terceiro setor. A proposta não é apenas abrigar as crianças, mas principalmente ajudar no desenvolvimento de todas elas, com estímulo adequado e cuidado”, afirmou Ana Paula. Júlia Lucy, deputada distrital, autora da iniciativa e presidente do novo colegiado, acredita na importância das creches, principalmente voltadas para famílias menos favorecidas. “As crianças que têm recursos vão para creches onde podem desenvolver seu potencial. Enquanto isso, quem nasce em lares onde a dificuldade econômica é grande, não tem acesso ao ensino de qualidade. Isso não é justo e faz com que, no futuro, a concorrência entre esses brasileiros seja desleal”, exemplificou. Confira mais aqui

G1 – 18/04/2019

>Meta de matricular todas as crianças de 6 a 14 anos está sob risco em 89% dos municípios

Os municípios e estados brasileiros têm até 2024 para garantir que todas as crianças e adolescentes de 6 a 14 anos estejam matriculados ou já tenham concluído o ensino fundamental. Uma ferramenta lançada pelos tribunais de contas estaduais mostra, no entanto, que 89% das cidades estão correndo o risco de descumprir essa meta, que foi determinada na lei do Plano Nacional de Educação (PNE), aprovado em 2014. Os dados da plataforma TC Educa são relativos ao ano 2017, o mais recente disponível. A plataforma é usada tanto na fiscalização quanto para auxiliar os prefeitos a desenvolverem planos para cumprir a meta. O levantamento considerou em "risco de descumprimento" o município que, entre 2014 e 2017, tinha uma tendência anual de expansão do atendimento menor do que a necessária para cumprir a meta em 2024. Ao todo, 4.947 municípios estavam nessa situação. O Brasil tem 5.570 cidades – mas cinco delas ficaram de fora do levantamento, porque foram fundadas depois de 2010. Veja mais aqui

Diário de Pernambuco – 18/04/2019

>Uma campanha para ajudar crianças com doenças do coração

O espaço vai se chamar Casa do Coração. Ficará no número 203, no bairro de Campo Grande, no Recife. Assim que estiver reformado, ganhará uma inauguração. E receberá crianças de todo o Nordeste com algum tipo de cardiopatia e em situação de vulnerabilidade social. No domingo de Páscoa, os idealizadores do projeto lançaram uma campanha de financiamento coletivo para ajudar na reforma do imóvel da Rua Nossa Senhora da Glória. A ONG Círculo do Coração é quem está por trás da iniciativa. Seus integrantes já atuam há 25 anos no diagnóstico, tratamento e acompanhamento de crianças cardiopatas e, se tudo der certo, entregarão essa sede, doada pela cardiologista Sandra Mattos, uma das idealizadoras da iniciativa. Além de ser usado na reforma, o dinheiro arrecadado com a campanha também será aplicado na manutenção da casa. A ONG atua no Recife desde julho de 1994. Foi criada por integrantes da Unidade de Cardiologia e Medicina Fetal (UCMF), instalada no Real Hospital Português (RHP). A ideia surgiu para facilitar o tratamento de crianças pobres com doença cardíaca diante da falta de leitos e afastamento das comunidades rurais dos centros urbanos, onde os especialistas em cardiologia pediátrica estão disponíveis. Com a sede, vai atender mais famílias e todos os dias poderá ofertar atendimento ambulatorial gratuito, com exames, consultas, tratamentos e encaminhamentos. Leia mais aqui

R7 – 17/04/2019

>Ingestão de objetos estranhos por crianças dobrou em 20 anos

Um estudo do Nationwide Children's Hospital, nos Estados Unidos, publicado na revista Pediatrics mostrou que a taxa de ingestão de objetos estranhos entre crianças com menos de 6 anos quase dobrou entre 1995 e 2015. Houve um aumento de 92% do número de crianças que ingerem moedas, brinquedos e outros objetos incomuns, incluindo baterias potencialmente fatais. O aumento foi de cerca de 4% ano ao longo desse período. A pesquisa mostra que meninos ingeriram objetos estranhos com maior frequência (52,9%), assim como crianças com 1 ano de idade (21,3%). A maioria das crianças recebeu alta após a suspeita de ingestão (89,7%). Entre os tipos de objetos ingeridos, as moedas foram os mais frequentes (61,7%). Em seguida estão brinquedos (10,3%), joias (7,0%) e baterias (6,8%). Em todas as faixas etárias, a moeda de um centavo foi a mais frequentemente ingerida (65,9%). Baterias botão foram os tipos de bateria mais ingeridas (85,9%). A maioria das ingestões ocorreu entre crianças de 1 a 3 anos. Joias e acessórios de cabelo foram engolidos com mais frequência entre meninas e parafusos e unhas, por meninos. Saiba mais aqui

Extra – 16/04/2019

>Crianças mostram como enxergam a violência doméstica em projeto do TJMG

A violência doméstica, que acometeu uma em cada quatro mulheres em 2018 no país, segundo dados do Instituto Datafolha, foi representada em desenhos por crianças que estudam em Caratinga (MG), a 300 quilômetros de Belo Horizonte. A ideia de levar essa temática para a sala de aula partiu do juiz da 2ª Vara Criminal e da Infância e da Juventude da comarca, Marco Antônio de Oliveira Roberto. "Há obras em que os alunos relatam o testemunho de cenas de violência em suas próprias casas", ressaltou o magistrado. "Os trabalhos ficaram impressionantes, relatam o entendimento dos jovens a respeito da violência psicológica, moral, cibernética e do feminicídio". Como exemplo de uma situação como essa, um dos desenhos divulgados pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) mostra um homem, identificado como "padrasto", batendo em uma mulher, representando a mãe da criança. Em outros trabalhos, os autores escreveram o que aprenderam sobre o assunto: "Violência contra mulher é errado. É crime. Existem 3 tipos de violência: física, psicológica e cibernética. Não cometa nenhuma delas. E saiba que não é só agredindo a mulher que pode atingir o coração dela, a violência cibernética é praticada pela internet. Então não tenha medo e não perca tempo. Denuncie. Disque 190", explicou uma menina do 5º ano do Ensino Fundamental. Para desenvolê-los, as crianças foram apresentadas aos temas "Quem bate em mulher é covarde" e "Homem de verdade não agride mulher", por meio do projeto "Lei Maria da Penha Vai às Escolas", em parceria com a Secretaria Municipal de Educação. Confira mais aqui

Portal O Povo – 16/04/2019

>Fortaleza recebe campanha para evitar que crianças e adolescentes vendam produtos em semáforos

A sede da Fundação da Criança e da Família Cidadã (Funci) recebeu, no dia 16 de abril, o lançamento da campanha "Não dê esmola. Lugar de criança é na escola". A ação, idealizada pela Prefeitura de Fortaleza, tem objetivo de impedir que a população compre produtos vendidos por crianças e adolescentes nos semáforos da Capital, além de evitar a exploração do trabalho infantil. Glória Marinho, presidente da Funci, explicou que "as esmolas" não são aplicadas em benefício dos adolescentes, mas utilizadas por "aliciadores" para outros fins. "A partir do momento que se conscientiza uma sociedade, que está dando uma ajuda, de boa vontade, achando que está ajudando, você mostra que o caminho não é esse e nós teremos outros resultados", ressaltou. A titular do órgão disse ainda que o programa possui parcerias com supermercados - que se configuram como ponto de encontro dessas crianças - e futuramente a colaboração será expandida para outras instituições. A população pode ajudar fazendo denúncias de casos de exploração de trabalho infantil e mendicância. As notificações podem ser feitas por meio do telefone (85) 3433-1414 ou no disque 100, que é gratuito e tem atendimento 24 horas por dia. Além disso, é possível fazer a queixa no Conselho Tutelar mais próximo da área. Veja mais aqui

Folha de S. Paulo – 16/04/2019

>Crianças em contato com violência podem ter alterações no cérebro, diz estudo

Abuso sexual, agressões físicas de familiares ou colegas de escola, testemunhar violência contra terceiros e até mesmo ser ofendido são ações que podem modificar os cérebros de jovens de 9 a 13 anos, possivelmente prejudicando a capacidade de empatia e a memória. Em nova pesquisa, os jovens expostos à violência tinham maior chance de não distinguir emoções alheias e falhar em testes de atenção. Essas observações foram feitas em uma pesquisa do InsCer (Instituto do Cérebro), da PUC-RS (Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul), realizado com alunos de escolas estaduais de Porto Alegre. O estudo teve apoio do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento). A capital gaúcha foi escolhida porque foi considerada, em 2015, uma das 50 cidades mais violentas do mundo em um trabalho da organização Seguridad, Justicia y Paz. Em 2016, Porto Alegre registrou 55,6 assassinatos a cada 100 mil habitantes. A OMS (Organização Mundial da Saúde) classifica como epidemia de homicídios cenários com taxas superiores a dez assassinatos a cada 100 mil habitantes. Saiba mais aqui

G1 – 14/04/2019

>Suicídio de crianças e adolescentes: veja relatos de quem conseguiu buscar ajuda no DF

Aos 17 anos, Joana* carrega em si as marcas, físicas e emocionais, de quem foi abusada sexualmente pelo padrasto, enfrentou um aborto e, há três meses, faz tratamento contra depressão, ansiedade e síndrome do pânico. Pelo sentimento de culpa agravado pelos abusos, a jovem tentou suicídio e recorreu à automutilação "para tentar amenizar a dor". Por quase desistir de viver, mas tendo superado as situações com ajuda médica, ela decidiu contar a própria experiência ao G1 como forma de ajudar outros adolescentes que passam pela mesma situação. "Me culpava, sentia que as pessoas me culpavam. Me senti só. Sentia dores estranhas, o humor alterava muito. Queria acabar com esse sentimento todo." "Apesar disso tudo, vi que vale a pena viver, mas só espero que não nos julguem", acrescenta a jovem que frequenta o Centro de Atenção Psicossocial (Caps I) do governo do Distrito Federal, em Taguatinga. O centro acolhe, hoje, cerca de 52 meninos e meninas com idade entre 2 e 18 anos. Destes, 79 já tentaram suicídio e 83 fizeram – ou fazem – automutilações. Leia mais aqui

Diário de Pernambuco – 12/04/2019

>Investir no bem-estar da criança, na primeira infância, é "janela de oportunidades" para seu futuro

Colocar a primeira infância no patamar de prioridade absoluta não apenas das famílias, como também dos governos e da sociedade como um todo é fundamental para garantir às crianças um desenvolvimento saudável no desenvolvimento de suas potencialidades. Dentro desse contexto, atua a Fundação Maria Cecília Souto Vidigal, que tem como principal prioridade o aprimoramento de políticas públicas voltadas à primeira infância. Nesta entrevista ao Diario de Pernambuco, a CEO da entidade, Mariana Luz, explica por que é tão fundamental dedicar tempo e dinheiro para investir nesta fase da criança. “Se mudarmos o começo da história, mudamos a história toda. Há décadas, a ciência vem mostrando que, se melhorarmos as condições de vida das crianças mais vulneráveis agora, garantindo a elas saúde, afeto, nutrição, segurança e educação de qualidade, aumentamos muito as possibilidades de que tenham um futuro melhor. E quanto antes essas intervenções acontecerem, mais chances dessas crianças alcançarem seu máximo potencial. Além de estar comprovado que há um retorno a longo prazo do investimento na primeira infância, é um dever constitucional do Estado, mas também de toda a sociedade, garantir o bem-estar das crianças pequenas e de suas famílias”. Confira!

G1 – 12/04/2019

>Educação domiciliar: liberdade para algumas famílias pode prejudicar crianças vulneráveis, dizem especialistas

O projeto de lei do governo federal para regulamentar a educação domiciliar, anunciado no dia 11 de abril pelo Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH), representa um novo capítulo de um embate que já dura anos. A proposta envolve, de um lado, um número fora das estatísticas oficiais de pais que querem a liberdade de educar seus filhos em casa e, de outro, regras estabelecidas há décadas pelo sistema educacional e defendidas pela maioria dos especialistas na área. O texto do Executivo, que ainda precisa ser aprovado pelo Congresso Nacional para sair do papel, é criticado e apoiado com base em alguns pontos centrais: importância da escola como espaço de socialização; qualidade do ensino domiciliar; criação de mercado de material didático, videoaulas e tutores privados; respeito à liberdade das famílias; proteção das crianças vulneráveis. Os argumentos de quem é contra a aprovação do projeto variam desde a crítica por privar as crianças do espaço de socialização nas escolas até a abertura para empresários do ramo lucrarem com a contratação de tutores privados ou a venda materiais didáticos e videoaulas. A polêmica também passa pelos demais serviços prestados pelas escolas, que incluem a proteção das crianças e a articulação do atendimento com as áreas de saúde e assistência social. Quem defende a modalidade de ensino afirma que o projeto representa um avanço porque, pela primeira vez, um governo federal reconhece a liberdade das famílias que não querem os filhos nas escolas. Veja mais aqui

Diário Indústria & Comércio – 12/04/2019

>Pacto Nacional pela Primeira Infância reúne CNJ e 40 instituições da área em evento no STF

Uma reunião no Salão Nobre do Supremo Tribunal Federal (STF), no dia 11 de abril, com representantes de 40 instituições que atuam em nome dos direitos da primeira infância marcou o início dos trabalhos do Pacto Nacional pela Primeira Infância. A iniciativa do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) pretende unir esforços do Sistema de Justiça, de órgãos públicos do Poder Executivo e de entidades do terceiro setor e da Academia para efetivar direitos previstos na legislação para a população brasileira com menos de 6 anos de idade, a faixa etária de maior importância para o desenvolvimento de uma criança. Segundo o presidente do STF e do CNJ, ministro Dias Toffoli, o momento único de desenvolvimento neurológico e emocional nessa etapa da vida é decisivo para a constituição social do ser humano, o que justifica o atendimento prioritário a esse público estabelecido pela Constituição Federal. “É no intuito de buscar a articulação e o alinhamento das ações desenvolvidas pelos órgãos, entidades e instituições aqui presentes que vamos edificar o “Pacto Nacional pela Primeira Infância”, por meio do qual serão concretizadas ações coletivas visando à melhoria da infraestrutura necessária para a proteção do interesse da criança, em especial nesses primeiros seis anos de vida, sem descuidarmos da gestação, que é uma fase fundamental para o bom desenvolvimento humano”, afirmou o ministro, na abertura da reunião. "O CNJ dá mais um passo em favor de uma sociedade melhor. E esse é justamente um dos papeis mais importantes do CNJ: sair do isolamento para promover políticas públicas e transformar este mundo", afirmou o coordenador do Foninj, conselheiro Luciano Frota. Leia mais aqui

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