Clipping Nacional RNPI | 28 de agosto a 03 de setembro de 2021

As matérias publicadas neste clipping são de responsabilidade dos veículos que as publicam.

Projeto Colabora – 31/08/2021

>Governo investe menos de R$ 5 por dia em crianças e adolescentes

Não há revelação mais clara da alma de uma sociedade do que a forma como ela trata as suas crianças. Poética e verdadeira, a frase de Nelson Mandela, Nobel da Paz, já foi dita, escrita e repetida milhares de vezes. Mas, raramente, foi ouvida, assimilada e posta em prática como deveria. Um estudo detalhado feito pelo IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), em parceria com o Unicef, traduziu em números o valor que a sociedade brasileira vem dando às crianças, aos adolescentes e aos jovens. Entre 2016 e 2019, pouco mais de 3% do Orçamento Geral da União (OGU), cerca de R$ 90 bilhões, foram gastos ou investidos nesse segmento da população. Quando se divide o montante pelos cerca de 51 milhões de brasileiros e brasileiras menores de 18 anos chegamos à inacreditável soma de R$ 5 por dia. Equivalente a uma passagem de trem, de ida, sem volta. Inferior à quantia que marca a linha de extrema pobreza para países de baixa renda, que é de US$ 1,90 por dia. Os números do levantamento revelam não apenas o rotineiro pouco caso com crianças e adolescentes no Brasil, mas também a falta de transparência e o desrespeito à Constituição. Acesse aqui a matéria na íntegra

Veja – 03/09/2021

>Ansiedade e depressão têm aumento explosivo entre crianças e adolescentes

As crianças e adolescentes vivem uma contradição nesta pandemia. Se eles são mais resistentes à ação nefasta do vírus do que os adultos, suas mentes estão entre as vítimas preferenciais do cenário atual. Um dos mais completos estudos já realizados sobre os efeitos da Covid-19 na saúde psicológica identificou o aumento explosivo de sintomas de ansiedade e depressão entre jovens, considerando desde a primeira infância até pouco antes de se tornarem maiores de idade. O levantamento coordenado pela Universidade de Calgary, do Canadá, compilou informações de 29 estudos que abordaram os desígnios mentais de 80 000 pequenos participantes de diversas partes do mundo, inclusive da América do Sul. O porcentual de jovens ansiosos saltou de 11,6% antes da pandemia para 25,2% agora — trata-se de um aumento superior a 100%. Para ficar claro: um em cada quadro jovens desenvolveu algum tipo de ansiedade enquanto o novo coronavírus se multiplicava pelo mundo. Os depressivos eram 12,9% nos tempos pré-Covid e são 20,5% atualmente. Confira mais aqui

R7 – 02/09/2021

>Professoras dão aulas em hospitais para crianças com câncer

Aos 17 anos Joseane Terto de Souza Uema descobriu um câncer na tireóide. Fez a cirurgia e tratamento, mas ficou impossibilitada de acompanhar as aulas na escola por um período. "Meu maior medo era não conseguir me formar com os meus colegas no terceiro ano do ensino médio", lembra. Uma amiga resolveu o problema, fazia a ponte entre Joseane e a escola. "Ela trazia as atividades, me passava o conteúdo e levava para a escola o trabalhos". Dessa experiência nasceu o desejo de dar aulas em classes hospitalares. "Ela me inspirou a fazer o mesmo, a permitir que outras crianças e adolescentes possam continuar os estudos apesar da doença, costumo compartilhar minha história com eles." Na cidade de São Paulo, pacientes em idade escolar, de 4 a 18 anos, em tratamento médico no Hospital A.C. Camargo e na Casa Ninho, têm acesso às atividades pedagógicas durante a permanência no hospital, inclusive neste período da pandemia. Elas são garantidas por meio das classes hospitalares conduzidas por três professoras da rede municipal de São Paulo designadas para esta função. O objetivo do programa é ajudar a dar continuidade à sua vida escolar concomitantemente ao tratamento médico. Leia mais aqui

Correio Braziliense – 01º/09/2021

>O que está por trás da 'misteriosa' febre que vem matando crianças na Índia

Há mais de uma semana, crianças do Estado de Uttar Pradesh, no norte da Índia, têm acordado com febre alta e encharcadas de suor. Muitas delas queixam-se de dores nas articulações, dores de cabeça, desidratação e náuseas. Em alguns casos, relataram erupções na pele que se espalharam pelas pernas e braços. Pelo menos 50 pessoas, a maioria crianças, morreram após ter febre, e várias centenas foram internadas em seis distritos na parte leste do Estado. Nenhum dos mortos testou positivo para a covid-19. Em um momento em que a Índia parece estar se recuperando lentamente de uma segunda onda mortal de coronavírus, as mortes em Uttar Pradesh provocaram uma onda de manchetes de pânico sobre uma "febre misteriosa" varrendo o interior do Estado mais populoso da Índia. Médicos em alguns dos distritos afetados - Agra, Mathura, Mainpuri, Etah, Kasganj e Firozabad - acreditam que a dengue, a infecção viral transmitida por mosquitos, pode ser a principal causa de mortes. Eles dizem que muitos dos pacientes foram levados ao hospital com uma contagem de plaquetas, um componente do sangue que ajuda a formar coágulos, em declínio, o que caracteriza uma forma grave de dengue. Veja mais aqui

Folha de S. Paulo – 31/08/2021

>A cada hora, uma pessoa com deficiência é vítima de violência no Brasil

O Brasil registrou ao menos 7.613 casos de violência contra pessoas com deficiência em 2019, o equivalente a quase um por hora. O número é do Atlas da Violência, que foi lançado nesta terça (31) e analisa pela primeira vez notificações desse tipo no sistema de saúde. O grupo que mais sofre é o que tem deficiência intelectual, com 36,2 ocorrências para cada 10 mil pessoas com essa condição. Depois vem a população com deficiência física (11,4) e, mais abaixo, auditiva (3,6) e visual (1,4), lembrando que pode haver mais de uma ocorrência por vítima. As agressões também atingem mais fortemente as mulheres, que no geral carregam taxas mais de duas vezes superiores às dos homens, e as crianças ou adolescentes. A maior concentração de casos ocorre dos 10 aos 19 anos, caindo gradativamente com o aumento da idade. A violência mais notificada é a física (53%), majoritária entre os adultos. Em seguida vem a agressão psicológica (32%) e então a negligência ou abandono (29%), recorrente entre crianças de até 9 anos e idosos. Já a violência sexual (21%) ocorre principalmente entre meninas, adolescentes e jovens. "As pessoas com deficiência já enfrentam uma situação pautada por segregação social e preconceito, e a violência tende a reforçar essa vulnerabilidade. É importante haver políticas públicas de cuidado", diz Helder Ferreira, pesquisador do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) e um dos coordenadores do estudo. Saiba mais aqui

Brasil de Fato – 31/08/2021

>Unicef registrou morte de 76 crianças palestinas por forças israelenses no primeiro semestre

Relatório da Unicef sobre a situação humanitária em Palestina/Israel referente ao primeiro semestre de 2021 registrou que, diante ação das forças de segurança de Israel durante a "escalada na Faixa de Gaza" ocorrida no período, 67 crianças palestinas foram mortas e outras 685 ficaram feridas. Já Na Cisjordânia, outras 9 crianças foram mortas e 556 foram machucadas. Do lado israelense, foram duas crianças mortas e 60 feridas por ataques de mísseis de grupos palestinos. Em maio deste ano, um confronto entre forças israelenses e grupos palestinos ocorreu após protestos reprimidos na Esplanada das Mesquitas. A mobilização denunciava a ação que transitava na Suprema Corte de Israel para expulsar famílias palestinas do bairro Sheikh Jarrah, território ocupado por Israel. Na ocasião, a Organização das Nações Unidas (ONU) pediu o fim "imediato" dessas expulsões forçadas e afirmou que poderiam ser um "crime de guerra". O Hamas disparou foguetes como represália à violência israelense no Templo do Monte. Israel então bombardeou a Faixa de Gaza. Confira mais aqui

CNN Brasil – 31/08/2021

>Revista em quadrinhos ensina a importância da alimentação saudável para crianças

Para incentivar o consumo de alimentos naturais, a Associação Brasileira Low Carb (ABLC) lançou uma revista em quadrinhos chamada “O Mistério do Açúcar Escondido“. Na história, os personagens Lulu e Zeca conversam sobre os riscos de alimentos cheios de açúcar e quais as opções de alimentos saudáveis. A diretora de nutrição da ABLC, Patrícia Ayres, explicou que a ideia da criação da HQ surgiu da demanda de pais preocupados com os filhos. “Pensando nisso, desenvolvemos essa cartilha para as crianças, explicando de forma leve e simples o que é uma alimentação saudável.” Fernando Gomes, neurocirurgião, disse que um dos processos de aprendizagem das crianças é a imitação e, por isso, elas podem repetir hábitos alimentares dos pais. “O cérebro humano pesa cerca de 2% do corpo, mas consome 20% da energia destinada ao organismo. Por isso, o cérebro gosta de onde tem muita energia”, explicou o médico. “É muito comum termos pré-disposição a gostar mais do açúcar, fritura e gordura, pois são alimentos que já têm energia pronta.” “Se você oferece isso para a criança, com livre demanda, é natural e instintivo que ela vá para esses alimentos. O problema é educar as crianças e mostrar a elas o que faz bem e o que não faz”, completou Gomes. Leia mais aqui

G1 – 30/08/2021

>UFSCar busca voluntários para avaliar desenvolvimento motor e social de crianças na pandemia

Uma pesquisa do Departamento de Medicina da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) busca voluntários para uma avaliação que envolve o desenvolvimento neuropsicomotor de crianças durante a pandemia do novo coronavírus. O estudo pretende identificar se o isolamento social imposto pela pandemia prejudicou o desenvolvimento de habilidades motoras, sociais e de linguagem, que acontece ainda na fase infantil. Para isso, a pesquisa convida pais e responsáveis de crianças na faixa etária entre um e seis anos e que não tenham sido diagnosticadas previamente com alguma doença neurológica. Os participantes devem residir em São Carlos (SP). Os interessados devem responder um questionário sobre o comportamento das crianças durante o período pandêmico. O formulário deve ser enviado até o final de fevereiro de 2022. A partir do espaço amostral envolvendo a participação das crianças, a pesquisa busca identificar se houve atraso ou não no desenvolvimento em decorrência do isolamento da pandemia. "Uma das nossas hipóteses é que a habilidade para falar, por depender da convivência social, principalmente na escola, possa estar atrasada. No caso específico de crianças com autismo, a literatura descreveu durante a pandemia atraso em marcos de desenvolvimento e piora comportamental", explicou o professor que orienta a pesquisa de iniciação científica, Guillermo Traslavigña. Veja mais aqui

Folha PE – 30/08/2021

>Recife realiza I Semana Municipal da Prevenção de Acidentes com Crianças

Crianças demandam atenção durante todo o seu crescimento. A curiosidade e a falta de equilíbrio dos pequenos são causadores, por diversas vezes, de acidentes. Dados do Ministério da Saúde informam que cerca de 3,6 mil crianças brasileiras morrem por ano vítimas de acidentes e, em média, 111 mil são hospitalizadas só na rede pública de saúde por esse motivo. Pensando em debater a prevenção dos acidentes, a Prefeitura do Recife realizou a I Semana Municipal da Prevenção de Acidentes com Crianças. De acordo com a ONG Criança Segura (Guia da Semana Municipal de Prevenção de Acidentes com Crianças), no Brasil, os acidentes ou lesões não intencionais ainda são a causa de muitas mortes de crianças na faixa etária de 1 a 14 anos e representam uma séria questão de saúde pública no País. Por isso, a ação municipal visa a alertar para a importância da cultura do bem cuidar para a proteção das crianças, para refletir e promover a conscientização sobre a prevenção de acidentes. Saiba mais aqui

AcidadeON.com – 30/08/2021

>Levantamento indica que 1/3 das crianças brasileiras têm anemia

Uma pesquisa liderada pela UFSCar acaba de gerar um dado inédito e preocupante: a prevalência de 33% de anemia ferropriva (por falta de ferro) em crianças brasileiras de zero a sete anos (ou seja, 1/3 das crianças do País). Este é o maior levantamento já publicado sobre anemia ferropriva em idade pediátrica no Brasil. A análise, coordenada por Carlos Alberto Nogueira-de-Almeida, docente do Departamento de Medicina (DMed) da Universidade, levou em consideração 134 estudos anteriores (publicações), envolvendo 46.978 crianças, divulgados de 2007 a 2020. No Brasil, estima-se que 90% dos casos de anemia são por falta de ferro, e a Organização Mundial da Saúde (OMS) considera a doença como um indicador de pobreza de nutrição e de saúde, que compromete a qualidade de vida e contribui para a mortalidade infantil. "No nível populacional, uma prevalência de anemia maior que 4,9% é considerada uma importante questão de saúde pública; quando há prevalência superior a 40%, é classificada como grave problema de saúde pública", informa Nogueira-de-Almeida. Confira mais aqui

IstoÉ – 29/08/2021

>Um milhão de crianças afegãs em risco de desnutrição, diz Unicef

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) estima que cerca de 1 milhão de crianças afegãs está em risco de sofrer desnutrição grave com risco de vida, devido à crise deflagrada no país após a tomada de poder do Talibã. O número foi divulgado neste domingo (29) pelo diretor regional da Unicef para o sul da Ásia, George Laryea-Adjei. “Se a tendência atual continuar, a Unicef prevê que um milhão de crianças com menos de cinco anos no Afeganistão sofra de desnutrição aguda grave, uma enfermidade potencialmente mortal”, disse. Nas últimas semanas, com o aumento do conflito e da insegurança, as crianças, as menos responsáveis pela crise no Afeganistão, “pagaram o preço mais alto”. “Não apenas algumas foram expulsas de suas casas, afastadas de suas escolas e afastadas de seus amigos, mas também privadas de cuidados básicos de saúde que podem salvá-las de doenças como poliomielite e tétano”, explicou Laryea-Adjei, ressaltando que, “agora, com uma crise de segurança, preços de alimentos disparados, seca severa, a propagação da Covid-19 e outro inverno rigoroso que está chegando, as crianças correm mais risco do que nunca”. Leia mais aqui

EBC – 29/08/2021

>Creches de SP poderão receber 100% das crianças a partir de setembro

As creches da rede municipal de São Paulo vão poder voltar a atender 100% das crianças a partir de 8 de setembro. A mudança, anunciada hoje (29) pela prefeitura da cidade, vale para creches e unidades escolares que atendem bebês e crianças de até 3 anos. De acordo com a secretaria de Educação, essa faixa etária corresponde a 345 mil matrículas na rede municipal, abrangendo 2,8 mil unidades. O governo municipal destacou ainda que a decisão por ampliar o atendimento tem como base orientações das autoridades de Saúde e de Vigilância Sanitária. Deverão ser seguidos protocolos sanitários como medidas de segurança contra covid-19. As escolas devem garantir uso de máscaras, álcool gel e higienização dos ambientes. O limite de atendimento das Escolas Municipais de Educação Infantil (Emeis) e Escolas Municipais de Ensino Fundamental (Emefs) havia sido ampliado em 2 de agosto, considerando a capacidade física de cada unidade. É preciso garantir um distanciamento mínimo de um metro entre os alunos. As creches ficaram de fora naquele momento, sendo autorizadas a funcionar com 60% da capacidade, sem esquema de revezamento. Veja mais aqui

G1 – 28/08/2021

>Boa Vista é considerada modelo em políticas públicas para crianças, aponta Núcleo Ciência Pela Infância

Boa Vista é considerada modelo de cidade que investe em políticas publicas para desenvolvimento da criança no país. A avaliação é do Núcleo Ciência Pela Infância (NCPI), que reúne pesquisadores de sete instituições especializadas em estudos voltados ao público de até 6 anos de idade. Para ser considerada exemplo, Boa Vista foi avaliada em quesitos como ações, políticas públicas e investimentos que impactam na chamada primeira infância - crianças de até 6 anos. O resultado faz parte do relatório "O Bairro e o Desenvolvimento Integral na Primeira Infância". "O município investe no desenvolvimento da criança pequena e no apoio às suas famílias, por meio de intervenções urbanísticas em diversos bairros e implementa políticas e serviços buscando tornar a cidade mais acolhedora, segura e lúdica", cita o estudo. O material relacionou reformas em praças, parques, manifestações artísticas em calçadas, muros, melhoria em calçadas, cruzamentos, nas rotas de acesso a equipamentos públicos frequentados por crianças, como unidades de saúde, Centros de Referência da Assistência Social (CRAS) e o programa Família que Acolhe como itens que, em conjunto, melhoram a vida das crianças e colocam a cidade como exemplo a ser seguido. Saiba mais aqui

Especial: Matérias sobre Covid-19

CNN Brasil – 01º/09/2021

>Hospitalizações de crianças por Covid-19 atingem novo recorde nos EUA

>Mais crianças foram hospitalizadas com Covid-19 em agosto do que em qualquer outra época no ano passado nos Estados Unidos – provando o quão seriamente a variante Delta pode atingir qualquer faixa etária. Entre 20 e 26 de agosto, uma média de 330 crianças foram admitidas em hospitais todos os dias com Covid-19, de acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC). Essa é a maior taxa de novas hospitalizações por Covid-19 entre crianças em mais de um ano – um recorde que foi quebrado várias vezes em agosto, de acordo com dados do CDC. “Este vírus com o qual estamos lidando agora é uma virada de jogo. É facilmente transmitido de pessoa para pessoa”, disse o Dr. Mark Kline, médico-chefe do Children’s Hospital New Orleans. “Em 9 de agosto, metade das crianças que admitimos tinha menos de 2 anos”. Os médicos dizem que é crucial proteger as crianças contra a variante Delta – não apenas para o bem de sua saúde, mas também para ajudar a evitar que variantes mais agressivas causem problemas em todo o país. Confira mais aqui

EBC – 29/08/2021

>Anticorpos contra covid-19 podem passar para bebês pelo leite materno

>O aleitamento materno gera inúmeros benefícios à mulher e ao seu bebê, tanto em relação aos aspectos nutricionais e emocionais para a dupla como também em relação à imunização e proteção contra doenças para o recém-nascido e para a mãe. Um estudo realizado pela Universidade de São Paulo (USP) constatou que as mães vacinadas contra a covid-19 produzem anticorpos que podem ser transmitidos ao recém-nascido pelo leite materno. Conduzida pelo Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina da USP e realizado pelo Instituto da Criança e do Adolescente, a pesquisa indicou presença de anticorpos no leite de colaboradoras lactantes do HC, imunizadas com a vacina Coronavac, do Instituto Butantan. De acordo com o estudo, foi observado que a segunda dose forneceu um incremento no nível de anticorpos das gestantes e, em algumas das colaboradoras, níveis altos de anticorpos contra a covid-19 mantiveram-se no leite materno mesmo depois de alguns meses de amamentação. “O leite materno é importante justamente porque carrega um grande repertório de anticorpos, acumulados ao longo da vida da gestante”, explica a professora Magda Carneiro Sampaio, do Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina da USP, vice-presidente do Conselho Diretor do Instituto da Criança do HC. Leia mais aqui

Veja – 29/08/2021

>Vacinas contra a Covid-19 para crianças menores de 12 anos: Quando vêm?

>As crianças são menos suscetíveis ao novo coronavírus. Mesmo assim, os pais continuam muito preocupados com seus filhos e outras pessoas ao seu redor. Isso porque elas podem sim pegar a Covid-19 e são transmissoras. De acordo com a Academia Americana de Pediatria, aproximadamente 4,5 milhões de crianças norte-americanas foram infectadas com o SARS-CoV-2 desde o início da pandemia. Felizmente, elas têm menos probabilidade do que os adultos de ficarem gravemente doentes, mas isso não quer dizer que não corram esse risco. Pelo contrário, é um número que recentemente tem aumentado, só que dessa vez, com as crianças entre os enfermos com gravidade. Só na semana passada, o país teve cerca de 180 mil novos casos de infecções entre o público infantil. Com esse cenário, a pergunta é: quando as vacinas vêm para as crianças? Veja mais aqui