Maria Farinha Filmes lança “O Começo da Vida 2: Lá Fora”

Com estreia global nas principais plataformas digitais (TVOD), sequência de “O Começo da Vida” aborda a importância da conexão entre crianças e a natureza para transformações futuras

O nascimento de uma criança é uma das grandes manifestações da natureza. Cair e se machucar faz parte. Brincar e criar universos com pedaços de folha e um punhado de terra torna uma criança tão parte do todo, que a faz entender a importância das interações e como estamos todos conectados. Mas a velocidade das transformações urbanas insiste em nos separar do mundo lá fora. A chegada inesperada da pandemia da COVID-19 acentuou ainda mais as consequências da privação ao ar livre na vida das crianças – sejam elas físicas ou psicológicas – mas trouxe a urgência em reconstruir o imaginário do que é viver para além dos muros de uma forma mais saudável e integrada com o planeta. Com isso, O Começo da Vida 2: Lá Fora propõe uma reflexão: “qual o lá fora queremos construir?”.

Mesmo com a recomendação de isolamento social, não se pode ignorar que, segundo a Organização Mundial da Saúde, cada cidade deve ter, no mínimo, 12m2 de área verde por habitante. Em São Paulo, uma das cidades mais populosas do mundo, cada pessoa tem acesso a apenas 2,4 m2 de natureza. É com essa provocação que, no dia 12 de novembro, chega a 190 países por meio das principais plataformas de streaming, “O Começo da Vida 2: Lá Fora”, idealizado e produzido pela Maria Farinha Filmes em parceria com o Instituto Alana e Fundação Grupo Boticário, com direção de Renata Terra (Piripkura, pré indicado ao Oscar 2019 como melhor documentário).

Trata-se de um novo capítulo da franquia: “A franquia O Começo da Vida coloca uma lente atenta ao desenvolvimento das crianças. Por meio da ciência, experiências de vida, inspiração, e muitas crianças, o longa revela que se mudarmos o começo da história, mudamos a história inteira. A gente acredita que essa é uma das formas de inspirar uma transformação coletiva em nome de um futuro melhor para todas e todos. O nosso segundo filme chega no momento em que vivemos uma das maiores crises contemporâneas da nossa história, a pandemia escancarou todas as desigualdades que atravessam a nossa sociedade e deixou ainda mais evidente a urgência na reflexão sobre a nossa relação com o mundo natural. Sobretudo, é uma oportunidade única de refletir sobre a nossa relação com o mundo e com a natureza.  A soma entre ciência e ação significa uma oportunidade única para um futuro com mais saúde para os humanos e para o planeta. No filme aprendemos com a Dra. Jane Goodall que ainda temos tempo de transformar essa realidade para melhor”, comentam Estela Renner e Marcos Nisti, idealizadores da franquia.

Hoje, O Começo da Vida está disponível em diversas plataformas digitais em formato de longa, de série em 85 países e também mini documentários. O longa foi o documentário mais visto nos cinemas brasileiros no ano de seu lançamento. Milhões de pessoas em todo o mundo já se emocionaram e se engajaram com esse movimento criado a partir do filme. Que se tornou referência ao trazer os maiores especialistas do campo científico e educacional para discutir o assunto.

Filmado entre 2018 e 2020, “O Começo da Vida 2: Lá Fora” ilumina os benefícios da natureza no desenvolvimento humano e apresenta um epílogo com crianças de diferentes culturas refletindo sobre o momento de isolamento social e sua relação com o meio ambiente: “Ao longo da pesquisa, filmagem e edição do documentário tive a oportunidade de ir aprofundando meu olhar em relação ao brincar livre da criança na natureza. A soma dessa observação aos conteúdos científicos e empíricos trazidos pelos fundadores de projetos e pesquisadores é o que constitui esse filme. Reunir essas duas compreensões mudou de forma definitiva minha percepção sobre o entorno. Sobre como tratamos as crianças e a natureza ao redor de nós. E de como precisamos urgentemente reinventar essas relações”, conta Renata Terra.

Investigando grandes centros urbanos como Brasil, México, Chile, Peru e Estados Unidos, o longa conta com reflexões de grandes especialistas e pensadores das áreas do meio ambiente e infância como a Dra. Jane Goodall e o escritor Richard Louv, famílias e crianças de diversas culturas também relatam sua vivência e amadurecimento em torno do meio ambiente:

“A natureza faz parte da nossa essência e, infelizmente, temos sido privados de estar mais perto dela neste momento de pandemia. O contato com áreas verdes é fundamental para nossa saúde e bem-estar. É comprovado que esse tipo de experiência reduz níveis de estresse e depressão. O primeiro passo para que a gente tenha uma sociedade que respeita e preza pelo nosso patrimônio natural é ter adultos e crianças conscientes sobre a importância da natureza para a vida”, afirma a diretora executiva da Fundação Grupo Boticário, Malu Nunes

Garantir o direito das crianças ao contato direto e cotidiano com a natureza é um desafio sistêmico que demanda uma mudança de paradigma. Este filme propõe uma reflexão sobre a importância do ar livre durante a infância, e vem contribuir para relembrar a sociedade de que é fundamental devolver às crianças a chance de viver uma infância livre, saudável e rica em natureza, e que essa experiência também é uma forma de cuidar do bem-estar do planeta”, diz Laís Fleury, coordenadora do programa Criança e Natureza, do Instituto Alana.

O documentário será distribuído pela Flow, uma spin-off da produtora Maria Farinha Filmes especializada em lançar filmes como movimentos, conectando narrativas urgentes e inspiradoras ao grande público. O projeto tem patrocínio do Instituto Alana e da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, e apoio Institucional do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente – PNUMA, Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, Fundação Bernard van Leer, Programa Criança e Natureza, Children & Nature Network – C&NN, FEMSA Foundation e United Way. O lançamento conta ainda com uma Rede de Impacto formada por mais de 100 instituições e indivíduos conectados com o tema, que levarão a mensagem do filme para públicos diversos.

O Começo da Vida 2: Lá Fora será lançado globalmente no dia 12 de novembro e, como parte de uma estratégia multiplataforma, o filme também estará disponível em diversos territórios nas principais plataformas digitais (TVOD). Mantendo o compromisso de democratização do acesso da produtora e da distribuidora, também será possível assistir organizando uma exibição pública pelo VIDEOCAMP com recursos de legendas, legendas descritivas – closed caption, audiodescrição e linguagem de sinais em português, inglês, espanhol.

Sinopse
Conexões genuínas entre as crianças e a natureza podem revolucionar o nosso futuro. Mas essa descoberta ainda é possível nos grandes centros urbanos do mundo? O novo capítulo de “O Começo da Vida” revela como esse pensamento tem sido transformador.

Serviço:
Lançamento Global dia 12 de novembro nas principais plataformas digitais.

Ficha Técnica
Argumento Ana Lúcia, Villela, laís Fleury e Renata Terra
Direção de Fotografia Janice D’Avila, David Reeks e Tomaz Viola
Montagem Renata Terra e Victor Miaciro
Trilha Sonora Original Arthur Decloedt
Roteiro e Direção Renata Terra
Produção Executiva Flavia Dória, Juliana Borges, Mariana Mecchi, Mariana Oliva e Taís Caetano
Supervisão de Pós Produção Geisa França
Produzido por Ana Lúcia Villela, Estela Renner, Marcos Nisti e Luana Lobo

Sobre Maria Farinha Filmes
Há mais de 10 anos contando histórias com o objetivo de despertar grandes mudanças, a Maria Farinha Filmes já produziu mais de 25 filmes, séries e outros formatos que impactaram milhões de pessoas em todo planeta. A primeira produtora da América Latina a receber o certificado B Corp, desenvolveu projetos como Muito Além do Peso (2012), Tarja Branca (2014), O Começo da Vida (2016), Nunca Me Sonharam (2017), Aruanas (2019), Um Crime Entre Nós (2020) entre outros.

A partir da percepção de que algumas mudanças precisam ser aceleradas, foi criada a Flow, uma distribuidora que experimenta novas formas de chegar ao público e realiza campanhas de impacto social que proporcionam caminhos concretos e plurais, fomentando o espírito ativista. Alguns dos destaques de seu portfólio são os documentários A Juíza, indicado ao Oscar em 2019, e Longe da Árvore (2018), baseado no best-seller com o mesmo título – ambos fruto de uma parceria com a Participant Media, produtora americana dedicada a realizar entretenimento que traz consciência social, indicada a 73 Oscars e vencedora de 18 estatuetas.

Sobre Fundação Grupo Boticário
Com 30 anos de história, a Fundação Grupo Boticário é uma das principais fundações empresariais do Brasil que atuam para proteger a natureza brasileira. A instituição atua para que a conservação da biodiversidade seja priorizada nos negócios e em políticas públicas e apoia ações que aproximem diferentes atores e mecanismos em busca de soluções para os principais desafios ambientais, sociais e econômicos. Já apoiou mais de 1.600 iniciativas em todo o País. Protege duas áreas de Mata Atlântica e Cerrado – os biomas mais ameaçados do Brasil –, somando 11 mil hectares, o equivalente a 70 Parques do Ibirapuera. Com mais de 1,2 milhão de seguidores nas redes sociais, busca também aproximar a natureza do cotidiano das pessoas. A Fundação é fruto da inspiração de Miguel Krigsner, fundador de O Boticário e atual presidente do Conselho de Administração do Grupo Boticário. A instituição foi criada em 1990, dois anos antes da Rio-92 ou Cúpula da Terra, evento que foi um marco para a conservação ambiental mundial.

Sobre o Instituto Alana
O Instituto Alana é uma organização da sociedade civil, sem fins lucrativos – nasceu com a missão de “honrar a criança” e é a origem de todo o trabalho do Alana que começou em 1994 no Jardim Pantanal, zona leste de São Paulo. O Instituto conta hoje com programas próprios e com parceiros, que buscam a garantia de condições para a vivência plena da infância e é mantido pelos rendimentos de um fundo patrimonial desde 2013.

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